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Este é o meu kodomo! Lindo como a mãe..!

Esse é o meu Garu!


Quem eram os Samurais?

Os samurais foram os guerreiros do antigo Japão feudal. Existiram desde meados do século X até a era Meiji no século XIX.

O nome "samurai" significa, em japonês, "aquele que serve". Portanto, sua maior função era servir, com total lealdade e empenho, os daimyo (senhores feudais) que os contratavam. Em troca disso recebiam privilégios terras e/ou pagamentos, que geralmente eram efetuados em arroz, numa medida denominada koku (200 litros).

Tal relação de suserania e vassalagem era muito semelhante à da Europa medieval, entre os senhores feudais e os seus cavaleiros. Entretanto, o que mais difere os samurais de quaisquer outros guerreiros da antiguidade é o seu modo de encarar a vida e seu código de ética próprio.

Inicialmente, os samurais eram apenas coletores de impostos e servidores civis do império. Era preciso homens fortes e qualificados para estabelecer a ordem e muitas vezes ir contra a vontade dos camponeses.

Posteriormente, por volta do século X, foi oficializado o termo "samurai", e este ganhou uma série de novas funções, como a militar. Nessa época, qualquer cidadão podia tornar-se um samurai, bastando para isso adestrar-se nas artes marciais, manter uma reputação e ser habilidoso o suficiente para ser contratado por um senhor feudal. Assim foi até o xogunato dos Tokugawa, iniciado em 1603, quando a classe dos samurais passou a ser uma casta. Assim, o título de "samurai" começou a ser passado de pai para filho.

Após tornar-se um bushi (guerreiro samurai), o cidadão e sua família ganhavam o privilégio do sobrenome. Além disso, os samurais tinham o direito (e o dever) de carregar consigo um par de espadas à cintura, denominado "daishô": um verdadeiro símbolo samurai. Era composto por uma espada pequena (wakizashi), cuja lâmina tinha aproximadamente 40 cm, e uma grande (katana), com lâmina de 60 cm.

Todos os samurais dominavam o manejo do arco e flechas. Alguns usavam também bastões, lanças e outras armas mais exóticas.

Os samurais obedeciam a um código de honra não-escrito denominado bushidô (caminho do guerreiro). Segundo esse código, os samurais não poderiam demonstrar medo ou covardia diante de qualquer situação.

Havia uma máxima entre eles: a de que a vida é limitada, mas o nome e a honra podem durar para sempre. Por causa disso, esses guerreiros prezavam a honra, a imagem pública e o nome de seus ancestrais acima de tudo, até da própria vida.

A morte, para o samurai, era um meio de perpetuar a sua existência. Tal filosofia aumentava a eficiência e a não-hesitação em campos de batalha, o que veio a tornar o samurai, segundo alguns estudiosos, o mais letal de todos os guerreiros da antiguidade.

 

Viram? Meu blog também é cultura!


Vou aproveitar a dúvida da Karla e comentar sobre o idioma japonês:

Não há nenhuma teoria fundamentada que determine à que família linguística o Nihongo (língua japonesa) pertença. Sua estrutura é completamente diferente das línguas de origem Indo-Européias.

Atualmente, a língua japonesa é composta por três sistemas de escrita: Kanji (caracteres chineses), Hiragana e Katakana (caracteres fonéticos japoneses).

O Hiragana é um sistema de caracteres fonéticos composto por 46 "letras" que representam os sons utilizados no Nihongo (língua japonesa). O Hiragana é utilizado como partícula, conjunção e desinência de adjetivos e verbos. Ele também é utilizado combinado ao kanji, o que possibilita diferenciar a escrita chinesa da japonesa.

Na escrita japonesa, além do kana (hiragana e katakana), utilizam-se os caracteres conhecidos como Kanji, que foram "importados" da China, há aproximadamente 1.500 anos. Estes ideogramas, muitos com origem pictográfica, são muito mais complexos do que a escrita Hiragana e Katakana, o que o possibilita ter formas diferentes significados e formas de leitura.

O Katakana, assim como o hiragana, também é um sistema de caracteres fonéticos composto por 46 "letras". Atualmente, o Katakana é utilizado, em sua maioria, para representar palavras de origem estrangeira, nomes de pessoas e países estrangeiros, nomenclaturas científicas e onomatopéia, tais como sons emitidos por animais.

Para entender melhor, vou dar como exemplo o nome KARLA.

Para pronunciar o nome Karla em japonês usa-se o sistema katakana, logo Karla pronuncia-se: KARURA. Cada “sílaba” deste nome têm um ideograma correspondente:

(Ka)(ru)(ra) - (Karura – que é Karla ou Carla).

Traduzindo-se o nome Karla, que é a forma feminina do nome em latim “Carlos”,têm-se o  significado “forte, enérgico”. Pode-se daí fazer uma referência ao adjetivo japonês “forte” que é “Chikara”. O ideograma (kanji) correspondente ao adjetivo “chikara” é:

Chikara = Força

A partir daí podemos chamar a Karla de Karura ou Chikara. Na minha opinião fica melhor Chikara! E, se ainda quisermos chamá-la de Karlinha o nome fica Chikara-chan ou Karura-chan. Se quisermos chamá-la impondo mais respeito o nome fica: Chikara-san ou Karura-san.

Respondido Chikara-chan?
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