"Pelo que se nota que os homens ou são aliciados ou aniquilados" (Nicolau Maquiavel)
O texto a seguir não está de acordo com as regras literárias, porque se tem algo que eu quero fugir é dessas malditas regras que nos dominam e ditam nosso modo de ser e de viver! E isso anda tão impregnado no ser humano que mesmo sabendo disso é praticamente (se não, totalmente) impossível não conviver com isso. E não me venham dizer que é mero pessimismo, pois cada um tem a sua vida, seus problemas, seus bloqueios e suas dificuldades. Eu não sou você, e você não me é. Julgar cabe apenas a Deus, se bem que ultimamente ando acreditando que nem mesmo Ele faz isso. Acredito na autocrítica.
Sempre me dispus a viver a alegria, e continuo lutando pra vivê-la, mas quando você passa a ser responsável por outro ser, você fica sem muita opção, porque “serás eternamente responsável por aquilo que cativas”.
Mas entendam: não é o que cativas que exigirá de você, e sim você próprio, exceto àqueles que não amam de verdade.
E pra jogar tudo isso que eu disse “por água abaixo”, tenho que confessar: concordo com Maquiavel.
Malditas regras! Maldito Maquiavel!
Por Sarah Beatriz Nogueira
SAUDADE DE QUEM ESTÁ SEMPRE PRESENTE...
Para meu filho Guilherme Henrique Nogueira Rocha
Sorrisos, abraços, e os terríveis:
“Fica comigo só mais um pouquinho, tá?”
Ou então:
“Não vá trabalhar hoje. Só hoje! Por favor, mamãe!”
Não sei mais o que fazer.
Sou eu alguém sem juízo?
Não sei controlar meu tempo?
Ou sou uma boba sentimental?
Peco por não saber como resolver.
Você, meu filho, é a razão da minha vida!
Eu te amo sem limite!
Quero estar com você o dia todo...
Todos os dias!
É tudo o que mais desejo!
Tento resolver de algum jeito
E acabo por piorar a situação.
Seguir ou não as regras?
E continuo pecando em não saber como resolver.
“Só sei que nada sei” com uma única ressalva:
Meu amor por você é eterno.

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